8.12.06
6.12.06
1.12.06
30.11.06
COMO CHEGAR NA FESTA
Gostaríamos de convidar todos vcs para a festa de encerramento do projeto
OLHO DA RUA e para a abertura do EIA 2006 (experiência imersiva
ambiental), realizada junto com a galera da Dada Radio e do barulho.org
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FESTA EIA 2006 + OLHO DA RUA + RADIO DADA + BARULHO
esse sábado, dia 2 dedezembro,
Av Rudge Ramos, 545
Jardim Irene, Zona Sul de São Paulo
a partir das 14 horas.
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Acontecerão apresentações musicais, performances, projeções e grafites
ENTRADA GRATUITA, CONVIDEM OS AMIGOS.
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COMO CHEGAR:
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DE ÔNIBUS:
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das avenidas paulista ou rebouças:
pegar ônibus PARQUE DO ENGENHO
e pedir para descer no campinho do cafú, no jardim irene
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do largo da batata:
pegar ônibus JARDIM DAS ROSAS
e pedir para descer no campinho do cafú, no jardim irene
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do centro:
pegar TERMINAL CAPELINHA e depois JARDIM DAS ROSAS
e pedir para descer no campinho do cafú, no jardim irene
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6º ponto após passar a 47ª DP
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DE CARRO:
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Pegar avenida giovanni groncchi (sentido estádio e shopping jardim sul)
até o fim para chegar na estrada de itapecerica que também é possível
acessar pela marginal
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Virar à direita na placa "Itapecerica e Campo Limpo" e ir em frente
vc estará na estrada de itapecerica
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Virar à direita na placa "Itapecerica" (em frente à loja TUNIS CAR
veículos)
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Depois de passar o posto de gasolina rota 47, virar a segunda à direita
(na rua F. Carrilo.)
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No fim dessa rua virar a direita na rua serra dois irmãos
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e virar a primeira a esquerda e
descer essa rua até chegar a uma ruazinha com uma ponte
bem estreita à esquerda e atravessar essa ponte, que dá de frente
para a assossiação, do lado do campinho de futebol, onde será a festa
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Caso se percam, perguntem pelo campinho do cafú,
pelo campinho do jardim irene ou pela fundação cafú, que fica
bem próxima e ambos são bem conhecidos na região

21.11.06
Selecionados EIA 2006
- Alessandra cestac
- C. D. M.
- Caio Fazolin
- Celia Cotrim
- Cleiri Cardoso
- David Santos
- Duda Valle
- Dupla Metamorfose
- Ériga Zíngano
- Escribas radicais
- Esqueleto Coletivo
- Fabiana Prado
- Fernando Mira
- Floriana Breyer
- GIA
- Grupo Alerta
- Grupo Arteclandestina
- Grupo Correjunto
- Ilma Guideroli
- Jaime Lauriano neto
- Jean Sartief
- Junior Pimenta
- Letícia Larin
- Luana Veiga
- Luciana Afonso e Rodrigo Brasil
- Marcel Fernandes
- Marcos Paulo Martins
- Maribel Barreto
- Marilia Jaci
- Marilia Zylbersztajn
- Milena Durante
- Murilo Maia
- Pedro Costa
- Radioatividade
- Rafhael Couto
- Regina Montenegro
- Ricardo aparecido Silva
- Rodrigo Gomes
- Rodrigo Lourenço
- Rodrigo Vitullo
- Romy Pocztaruk
- Solange Akierman
- Tranca Rua
- Vias Marginais
- Viviane
- Wagner Rossi
- Yili Maria Aqueles que enviaram dois projetos pra o EIA 2006 por favor entre em contato no e-mail imersaoambiental@gmail.com
25.10.06
20.10.06
zonas imersivas
Para saber mais sobre a zona que vc escolherá para mandar seu projeto clique nos links ao lado , os links e esse blog estarão sempre em construção. Participe dessa construção coletiva, agregue comentários , envie-nos assuntos de cada zona , novidades e tudo que possa fazer da nossa imersão na cidade cada vez mais efetiva!
17.10.06
ABERTAS AS INSCRIÇÕES
EIA - EXPERIÊNCIA IMERSIVA AMBIENTAL 2006
de 02 a 10 de dezembro
Apresentação
O EIA abre suas inscrições para a terceira edição da Experiência Imersiva Ambiental. A proposta da Experiência Imersiva Ambiental é realizar projetos de arte pública enviados por residentes do Brasil e do mundo, que possam ser executados facilmente no espaço público.
Durante os dias da experiência, os participantes formam um grupo que age na cidade. A força desse coletivo inicia-se nos meses que antecedem o encontro por meio das discussões no blog e do Ciclo de Debates. Essas reuniões prévias possibilitam a formação de uma inteligência híbrida, criada dentro das relações de trabalho, festa, descontração e contestação, que contribui para aumentar o potencial transformador das ações.
Nos encontros anteriores nos propusemos a reunir e viabilizar projetos de arte pública, dando voz a uma demanda apurada entre coletivos de artistas. Nesta terceira edição, modificações estão sendo propostas a fim de aprofundar ainda mais a relação com a cidade e transformar o espaço público em laboratório de vivências sócio política e ambientais.
Ruas: Um espaço possível
Poderá se inscrever qualquer artista, grupo ou cidadão.
A partir de vivências e discussões experimentadas no EIA, apresentamos aos interessados contextos específicos mapeados. Ao apresentar os contextos, reforçamos a intenção de aprofundar a ação coletiva urbana, potencializar a intensidade do encontro, além de estabelecer laços com projetos já em andamento em regiões específicas repensando nossa prática na cidade. Não nos interessa pensá-la como mero suporte para ações artísticas, mas sim construir uma nova relação com este espaço.
Sugerimos zonas de ação para que os proponentes tenham mais informações para elaborarem projetos que fomentem a participação coletiva e o fortalecimento do espaço público. Estes mapeamentos e informações das zonas de ação poderão ser obtidos no blog http://mapeia.blogspot.com//. Esses contextos devem ser levados em consideração na elaboração dos projetos. Cada participante determina o local onde quer agir.
O diálogo com o ambiente pode-se dar através de ações, performances, sons, apropriações, interferências, ativismo, instaurações, pirações, objetos, situacionismo, materiais em suporte gráfico e intervenções.
As zonas de ação para o EIA 06
-Centro de São Paulo
-Diadema
-Jardim Irene
-Zona Norte
Quando ?
De 02 a 10 de DEZEMBRO de 2006 !!!
De 02 a 10 de DEZEMBRO de 2006 !!!
Mande um projeto, com data de postagem até dia 08 de novembro, descrevendo qual é o trabalho, sua forma de execução, materiais a serem utilizados (custeado pelo proponente), um parágrafo síntese do projeto e em qual das regiões ele deve ser realizado.
Inclua seu nome, telefone, celular e endereço eletrônico.
Todos os detalhes da montagem devem ser especificados no projeto.
O projeto pode conter imagens, textos, ilustrações, fotos, etc.
O projeto pode ser individual ou em grupo, especificando um responsável.
Os projetos não serão devolvidos.
EIA (a/c Esmeralda Verde)
Rua Dr. Samuel de Castro Neves, 148, apto 123 Cep 04726- 240 São Paulo-SP
Envio e seleção:
Os projetos serão analisados pela organização da Experiência Imersiva Ambiental. Serão executados 50 projetos. Os projetos serão selecionados conforme as seguintes prioridades:
-Ordem de chegada dos projetos;
-Afinidade com as zonas de ação apresentadas;
-Presença física na semana de imersão;
-Viabilidade de execução;
O local do trabalho poderá ser modificado pelo EIA, desde que acordado com o proponente, caso ocorra desequilíbrio na quantidade de trabalhos enviados por região. As imagens de trabalhos realizados durante a Experiência Imersiva Ambiental poderão ser usadas pelo EIA, para divulgação ou projetos futuros. Os selecionados serão avisados por e-mail e a lista com os participantes será publicada no dia 13 de novembro no seguinte endereço: http://mapeia.blogspot.com
Os trabalhos selecionados deverão ser recebidos até o dia 28 de novembro no endereço de Esmeralda Verde ou trazidos pelo proponente durante a semana de imersão. Não nos responsabilizamos com gastos no envio do material, acondicionamento ou transporte indevido. Os trabalhos não serão devolvidos.
Etc
A execução dos trabalhos tem apoio logístico do EIA e pode ser realizado coletivamente ou pelo artista. Devido ao caráter independente do evento, não arcaremos com despesas de passagem ou alimentação, mas estamos buscando alternativas para hospedar os interessados em montar o próprio trabalho e/ou ajudar na montagem dos demais. Os participantes que desejam vir para São Paulo deverão manifestar seu interesse em seu projeto.
21.9.06
EIA- Um percurso
EIA, pt. 1
O EIA é grupo de amigos que encaram o desafio de trabalhar juntos idéias sobre arte pública e juntos organizar ações de arte contemporânea na cidade. Traçar a história do grupo é falar também das dificuldades de fazer arte e lutar pela cidadania no Brasil, de forma independente, explorando um meio à princípio hostil (o espaço público); é falar também das dinâmicas do trabalho conjunto, das alegrias e das decepções, e de como crescemos juntos nesse processo.
A história do grupo passa necessariamente por Salvador, onde em maio de 2004 ocorreu o primeiro Salão de Maio organizado pelo GIA. Nessa ocasião, com trabalhos individuais, pela primeira vez juntaram-se Floriana, Milena, Caio, Gisella e Eduardo. As dinâmicas e experiências desse período foram essenciais para o nascimento do grupo, que se deu logo em seguida em São Paulo. A esse núcleo embrionário juntaram-se a Radioatividade (Marina, Felipe e Rodrigo) e outros amigos (Flávia, Alexandre, Sérgio).
A maioria dessas pessoas já se conhecia e tinham de alguma forma desenvolvido projetos no campo da performance, arte pública ou intervenção urbana.
O grupo também já nasceu com nome: EIA, Experiência Imersiva Ambiental, dado pela Floriana e Luís Parras. O nome já definia as principais atitudes do grupo ainda embrionário, a experiência – o ato de lançar-se ao novo, a imersão – o fato de estar rodeado, imerso no ambiente urbano, e ambiental, a atitude em favor de uma transformação positiva da sociedade. Em agosto de 2004 nasceu o EIA.
Depois do batismo na Bahia, o primeiro desafio do grupo, a organização e realização do primeiro EIA, onde em novembro de 2004 – seguindo a receita baiana – o grupo recebeu e realizou em São Paulo cerca de 50 projetos de arte pública, além de organizar o ciclo debates que antecedeu o evento. O saldo do primeiro festival EIA foi a arregimentação de novos membros (Mariana e Chico), o contato com outros coletivos e o fortalecimento do núcleo EIA.
O período que se seguiu ao primeiro festival de intervenções do EIA foi de gestação de novos projetos que culminou em um projeto integrado de vários coletivos chamado SPLAC! em julho de 2005. O projeto inicial era a realização numa praça de São Paulo, de um Salão de Artes Plásticas (com direito a edital e regras rígidas) realizado sobre um suporte comum: as placas irregulares de propaganda imobiliária que infestavam as ruas da cidade. O SPLAC! contou com a participação de mais de uma centena de trabalhos e repercussão em jornais, aumentando o grau de discussão e consciência sobre o papel e os limites propaganda e da especulação imobiliária.
A organização do segundo festival EIA deu-se de maneira menos espontânea que o primeiro: abrigou cerca de 70 projetos, realizou conferências sobre os processos da especulação e revitalização na cidade, realizou uma importante parceria com o Centro Cultural São Paulo, sendo incluído na programação da Primeira Virada Cultural.
O processo todo resultou numa institucionalização do projeto inicial, com a qual o grupo teve que lidar de maneira consciente. Após o segundo festival alguns membros se desligaram do grupo, uns em definitivo e outros temporariamente. A necessidade de repensar e definir a dicotomia entre ser um grupo ou um organizador de eventos foi o maior desafio do período. Foi também a época onde foi editado o material de vídeo do primeiro e segundo festivais. O EIA se assumiu como um grupo criador logo em seguida. Não houve muito tempo para pensar, e sim a necessidade de agir: em março de 2006, o EIA incluiu-se nas dinâmicas dos coletivos em prol da ocupação Prestes Maia, contrários ao despejo das quase 2000 pessoas que lá habitam. O EIA organizou o Baile dos Espantalhos e incendiou de alegria o evento promovido em resistência a decisão judicial. Novamente uma vitória: a decisão foi revista dando uma sobrevida aos moradores de lá.
Do Prestes Maia, o EIA também saiu fortalecido como grupo, e já se preparando para pôr em prática um novo projeto que estava sendo gerado por alguns membros do grupo: um grande evento que unisse vídeo projeções, performances e audio visuais. O evento foi batizado de Interrogacidade e foi realizado na segunda Virada Cultural em maio de 2006. O Interrogacidade marcou o ingresso de dois novos membros no EIA, Livia e Manaus, que com eles trouxeram novas possibilidades na área de vídeo e som.
Pouco tempo depois veio o convite para participar do Multiplicidade, evento na cidade de Vitória que foi concebido nos moldes do GIA e do EIA. Foi um momento de encontro com amigos e de celebração para o EIA. O desfile ‘O que Vitória precisa para vencer’ foi uma bem humorada anti-campanha política, mais dedicada a ouvir do que dar soluções. O resultado foi uma festa pelas ruas do centro e a adoção imediata do slogan pelos passantes.
O momento atual é de preparação para dois novos desafios: o terceiro festival EIA e a organização de oficinas em conjunto ao segundo Reverberações, evento que reúne coletivos de todo o Brasil. Trabalho não falta e vontade também não, e para nós o que vale é aumentar o raio da ação em prol da consciência (política, ecológica, humana). Até onde esse caminho nos levará é ainda um mistério para todos nós, mas a estrada existe e estamos nela.




